segunda-feira, 9 de julho de 2012

Amor maduro



Aos 50, apaixonou-se. Uma adolescência tardia, intensa e inesperada, capaz de fazê-lo voltar a acreditar nas curvas do tempo de Einstein e nas reencarnações de Kardek e, também, de duvidar da racionalidade da morte.

2 comentários:

eucontista disse...

Consegui imaginar como estaria a cabeça do cinquentenário... são tantas possibilidades que até minha mente ficou confusa e interessada.

Muito bom Silvio

Angela disse...

Paixões são a melhor tolice que podemos viver em qualquer idade. Ainda bem que passam...