terça-feira, 14 de maio de 2013




 


Há momentos em que a fonte se desloca do caminho como co(r)po de cristal.



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5 comentários:

Moacir Alves disse...

Perfeito caminho a água percorreu entre a imagem e o texto, água sempre acha o melhor caminho.

Abç!

~pi disse...

Certíssimo, Moacir: a água sempre se traça para a viagem da sede.

Abraço ~

Eduardo P.L. disse...

Gostei muito do seu blog. Dei uma longa volta nos seus mininismos...

adriana rosa disse...

Gente, não tô entendendo a lógica dos minicontos. Pesquisando sobre esse texto percebi que trata-se de uma narração cheia de elipses. O autor sugere e o leitor completa através de inferências a mensagem do texto. Contudo, percebo aqui muitos textos que são poemas ou apenas frases (estas também podem se configurar como gênero de texto). Acho que o miniconto é um texto altamente complexo, pois deve ser capaz de criar as elipses para o leitor infereir o significado. Capaz de sintezar a complexidade de uma narrativa em algumas dezenas de caracteres. Acabei de ler o livro "Os cem menores contos brasileiros do século" e percebi nele os aspectos que citei acima. Afinal, o miniconto não é um texto livre, né? Ele tem as peculiaridades dele. Bem, é a opinião de uma leiga, recém apaixonada por minicontos (pela leitura! rsrsrs)

J.R. Lima disse...

Adriana, o minimínimos não se limita ao gênero conto, nem miniconto. A maioria dos textos aqui conta, ou sugere uma história, mas nem isso é regra.
Talvez seja útil a você pesquisar as postagens mais antigas do blogue e decidir, por si só, o que você vai considerar miniconto ou alguma outra coisa.

Veja, os autores, ao escrever, não se preocupam (ou não precisam, e na minha modesta opinião, nem devem se preocupar) com a classificação que outros darão aos seus textos. A natureza e a arte são como são, não como os teóricos que analisam "a posteriori" querem que sejam.

abraço,

Rodolfo