Foi um momento histórico, encontrou um contador de histórias...
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Carne-val

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Ainda sentia seu calor.
Aquele Carnaval nunca mais acabaria em suas entranhas.
Só de lembrar amoleciam-lhe as pernas, arrepiava-lhe a nuca, mordia o lábio, ardia-lhe o fogo e ouvia distante o repicar da bateria.
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domingo, 19 de julho de 2009
~
[ pink lotion

uma-a-uma
registo o e-feito horizontal
transversal e sinergético das letras
que diz-em ou suger-em
se-xo
[ texto in completa mente :)
sábado, 18 de julho de 2009
a chave
"Ah, Rosinha, perdõa eu, qu'eu só voltei dispois desse tempo todo porque te amo tu.
Tá frio aqui fora, vem logo abrí a porta qu'esse diacho dessa chave deu de não funcioná..."
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
LETRA ROSA
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Dá ou desce

Que droga, ela queria dar, mas também queria sair bem ligeirinho.
Não agüentava aquele papo no final.
Não agüentava aquele papo no final.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Vocação
domingo, 12 de julho de 2009
~


[ de joelhos no chão e terra na boca pro-cur(a a pa-lavra que
nada no-meie ] a trans-parência i-móvel da única tra-du-ção,
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sábado, 11 de julho de 2009
e, em fevereiro...?
Aviões caem, epidemias se espalham, a temperatura sobe, a taxa de emprego cai, as diferentes esferas de poder trocam acusações, o campeonato acabou.
...e o carnaval não chega!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Realidades
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
a.perto
..
bloqueei na estreiteza
da minha insustentável
.........angústia
meus dedos
não querem es c r e ,v.e r
bloqueei na estreiteza
da minha insustentável
.........angústia
meus dedos
não querem es c r e ,v.e r
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(publlicado em "com tacto" em 2008)
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
Parceria inusitada
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Ouvir o coral e entrou.
Não era afeito a credos, mas o som, a arquitetura e as velas trêmulas eram divinos.
Lá dentro, um cão.
Olharam-se e num ato de fé, adotou-o.
Passou a crer na intuição.
Ouvir o coral e entrou.
Não era afeito a credos, mas o som, a arquitetura e as velas trêmulas eram divinos.
Lá dentro, um cão.
Olharam-se e num ato de fé, adotou-o.
Passou a crer na intuição.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
POLUIÇÃO
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