segunda-feira, 18 de abril de 2011

Dono do tempo



No alto do prédio, tirou o calçado, subiu a mureta, abriu os braços e deixou o vento bater-lhe. Depois, desceu, calçou os sapatos, tomou o elevador e saiu cantarolando pela rua.

Ainda ria da morte quando ônibus não conseguiu frear.

11 comentários:

Nanny disse...

Ooops!

Rir da morte nunca é muito boa ideia...

Angela disse...

Muito bom Silvio.
Riu para a morte, achei que eram amigos íntimos e brincavam de esconde- esconde.
Ele a matou da prima vez e ela o fez em seguida.

Moita disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Moita disse...

A sorte é oportunista; o azar mais ainda. rsss

ana poeta. disse...

Vim conhecer o blog por intermédio do "Moita". Interessante o teu miniminimo.

Beijos Poéticos.
;***

LuCordeiro, disse...

Sílvio,este seu mini está fantástico!Um dos melhores que já li.Me deixou impactada.Eu o catalogaria como literatura expressionista,já que choca porque contém uma ácida verdade.Saber que não somos donos absolutos de nosso destino me causa um mal-estar horrível.
Bjs,meu amigo,e parabéns pelo texto.

Silvio Vasconcellos disse...

Oi, Lu, Ana , Angela, Moita e Nanny!

Obrigado pelo carinho.

Realmente, nesse ponto invejo os animais...

Beijos a todos.

J.R. Lima disse...

ótimo isso!
vida, morte, destino (e em especial as formas com que lidamos com estas coisas) são coisas para serem levadas com muito senso de humor, mas sem perder a seriedade jamais.

Grande abraço,

Rodolfo

NEKA disse...

ai meu Jesus amado quanta bobagem escrita num lugar só vão se ocupar com coisa mais importante e interessante. O que o bobao ai escreveu nada mais é do video do Jesus Cristo cantando I will survive no YOUTUBE.....SHUAHSUAHSUAUSAU

Angela disse...

E bobões somos nós...! Há, há!

Moita disse...

Nos Blogs da NEKA, ela minimiza mais que nós bobões; nenhum post, nenhum comentário e nenhum seguidor. rsss