quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O fim


foto: Patrick Parenteau

Na vida, morreu de muitas coisas. De tédio, de raiva, de medo, de cansaço, e por fim, de câncer.
Só não teve tempo de morrer de amor.

4 comentários:

Leila Saads disse...

Não sei se por sorte ou azar.

Silvio Vasconcellos disse...

O que é viver ao máximo se não morrer de tudo?

Ana, tu és o máximo!

PALAVRAS&POESIAS disse...

Sílvio, assim eu fico exibida!
Concordo contigo, minha personagem só não morreu do que ela mais precisava morrer.
Obrigada também a Leila, pela leitura e comentário.

COMEX IV FGV disse...

Belo!