segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Decote


Preferia decotes profundos, onde os olhos se perdem no abismo. Nuances de cores de pele, texturas escondidas, uma ou outra sarda que relembre algum verão em que o sol tatuou lembranças... Mas não em sua mulher!

5 comentários:

Priscila disse...

Silvio, adoro teus mínimos. Saí, mas tô sempre por aqui. Um abraço!

Jaime A. disse...

algum verão
em que o sol
tenha deixado
marcas

em beleza
em pura pele.

Lindo este poema :)

Jaime A. disse...

algum verão
em que o sol
tenha deixado
marcas

em beleza
em pura pele.

Lindo este poema :)

LuRJ disse...

É engraçado o raciocínio masculino:adora tudo o que é sensual e provocante,contanto que seja em uma mulher que não a sua.Esse é a síntese da propriedade privada.E o start do adultério.Homens!!!
Bjs,Sílvio

* hemisfério norte disse...

faço minhas as palavras da LU
-
homens!!!!!
bjs
a.