segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

solidão coletiva


Varria a rua: papel de chiclete, copos plásticos, baganas, panfletos, bilhetes, moedas desgarradas. Se risse, cantasse ou chorasse ninguém lhe veria. Vivia, na multidão, uma solidão coletiva.

3 comentários:

Angela disse...

Muito bom,assim é o coletivo!

Raquel disse...

E tem coisa melhor? Eu vivo morrendo de saudades da bagunça ordenada, do caos que é São Pulo e destes momentos coletivos, voltar da facul lendo no onibus por exemplo...
O tempo bom!

LuCordeiro, disse...

É terrível virar apenas mais um na multidão,um número nas estatísticas.A superpopulacão transforma o indivíduo em nada.
bjs