quinta-feira, 19 de junho de 2008

pollock ou o pingo a partir do 0

imagem google


. a loucura de atingir a perfeição, fazia-o sair do seu interior.
prolongava-se na tela por estirar e dela fazia passerelle.
num dripping escorriam os traços, depois soltava-se da obra e ficava a arte.
.

8 comentários:

Poesia! disse...

bom dia!
gosto muito do seu blog!
sou adm. do blog “o fogo anda comigo”(thefirewalkswithme.blogspot.com).
o blog tem como ideal um SARAU AMPLIFICADO onde TODOS divulgam suas ideias e, o principal, poemas.
gostaria de ser um parceiro seu!
me responda no email ofogoandacomigo@yahoo.com.br.
OBRIGADO!

Luiza disse...

gostei muito do blog. parabéns.

Silvio Vasconcellos disse...

Vejo em Pollock o perfeito equilíbrio da loucura...
Ele me instiga a ver entre pingos as suas verdades. Nem sei se era isso que ele queria mostrar, mas me parece que transfigura a angústia e ultraja a liberdade.
Pollock é autêntico!

*Raíssa disse...

Isso sim é arte! :D

Mariah disse...

é o canto sem a partitura...

BABI SOLER disse...

e tudo deveria ser assim, mas infelizmente não dá.
Beijo

Pedro disse...

Cada gênio com a sua técnica.

Tiago disse...

Ao querermos atingir a perfeição corremos sempre o risco de atrair a loucura... pois ela que venha !

Beijocas